Zurrar!Pelo génio de João Carvalho / Ter, 24 Abr, 2007 às 01:01

“Let’s swim to the moon,
Let’s climb through the tide
Penetrate the evenin’ that the
City sleeps to hide”

Foi assim, com poesia, que se formou uma das maiores e melhores bandas rock de sempre.
Jim Morrison recitava a Ray Manzarek o poema que mais tarde viria a ser uma das mais belas canções do grupo que em conjunto com John Densmore e Robby Krieger, e um pouco da inspiração de William Blake, viriam a chamar The Doors.
Corria já 1967 quando Jim Morrison e companhia lançam pela mão da editora Elektra o seu primeiro trabalho, criando ali mesmo parte do mito que envolve a banda desde então. O disco chama-se The Doors e com uma mistura insensata de sexo e violência com um sabor a blues, não cativou o público americano durante longos e penosos meses, até que “Light My Fire” foi completamente desprovida da sua essência e encurtada para pouco mais de dois minutos, exigências do AM, mas que ainda assim a tornaram num sucesso à escala nacional.
É também em The Doors que se encontra a música, extraordinária, que a Zurras FM vos deleita durante esta semana.
Verão de 1966 no Whisky A Go Go, bar onde actuavam há já alguns meses como banda residente, e eis que durante um concerto, diria mesmo banal, Manzarek, Densmore e Krieger ficaram boquiabertos com o que o génio de Jim Morrison foi capaz. Uma das mais suaves e tranquilas músicas da banda, The End, inspirou de tal forma Morrison, ajudada claro pelo álcool e pelas drogas, a colocar nela parte da Obra Clássica de Sófocles, O Rei Édipo, declamando como nunca “Father I want to kill you! Mother I want to fuck you!” em pleno palco.
Incompreendido o génio, os Doors foram despedidos e proibidos de voltar sequer a pisar o chão do Pub, mas para sempre fica a cabal afirmação da banda e o talento que encerrava para todo o mundo, e desde então, bem desde esse dia de Agosto no longínquo ano de 1966 até hoje é a história que conta por si só como tudo aconteceu.
Cerca de cinco anos depois, em Julho de 1971 Jim Morrison faleceu em Paris e a banda que ainda lançou dois outros discos após a morte do seu carismático líder terminou, mas o mito, esse subsiste e subsistirá para a eternidade.
The End na Zurras FM com The Doors em todo o seu esplendor e sem quaisquer censuras, porque essa palavra nunca fez parte da sua existência.
Se quiserem saber mais sobre esta mítica banda cliquem aqui e aqui



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