Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Qua, 07 Mai, 2008 às 13:12

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Quase tão velhos como os membros do governo cubano, os Rolling Stones ainda estão aí para as curvas, pelo menos é o que transparece de Shine a Light, filme/concerto, mais concerto do que filme, gravado pelo mestre Scorsese, também ele um fã da banda.

Gravadas as duas actuações dos Stones no Beacon Theatre em Nova Iorque, dificil seria a Scorsese fazer um mau trabalho. Pelo menos foi com essa sensação que ficámos à saída da antestreia na passada segunda-feira. Tanto eu, como o David e o Pedro, distintos membros deste blogue, chegámos à conclusão que, não fosse a banda os Rolling Stones e o filme/concerto, mais concerto do que filme, não seria muito diferente dos espectáculos gravados como se não houvesse amanhã pela restante rapaziada da indústria musical.

Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood estão em boa forma, ou pelo menos aparentam, naquele que foi o regresso ao palcos pequenos, mais aconchegadinhos junto ao público, numa perspectiva mais intimista com as miúdas da fila da frente, o que dá sempre jeito, especialmente para quem há mais de 40 anos toca em estádios ou em praias para um milhão de pessoas.

A energia continua lá, nos riffs de Brown Sugar, Satisfaction e Start Me Up, na química entre Ronnie e Keith e na postura em palco do sr. Jagger. A alegria de tocar aparentemente ainda se mantém, pelo que não há que censurar os velhotes por continuarem a fazer tournées por esse mundo fora.

Aqui em Shine a Light sente-se pouco o dedo de Scorsese, salvo na abertura e no encerramento do espectáculo, com uma entrada e saída dejá vu pra quem está familiarizado com uns tais goodfellas. Interessante também a escolha das imagens de arquivo a entremear o prato principal, como que a lançar pequenas pitadas de sal da história dos Stones.

Quanto aos convidados especiais, dos três, (Jack White, Buddy Guy e Cristina Aguilera) dispensava-se facilmente a última, em claro overacting, se quisermos voltar à história do filme/concerto. Os outros dois simplesmente assentaram que nem uma luva, especialmente o bluesman Buddy Guy, em duelo de guitarras com Keith Richards, num dos melhores momentos de todo o concerto.

Um filme/concerto, mais concerto que filme, que merece ser visto, mesmo para quem não é fã dos Stones. Afinal, é Rolling Stones com Scorsese, quão má poderá ser a experiência?

Estreia esta semana, ide ver e apreciai.




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