Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Sex, 05 Out, 2007 às 23:44


Agora que o acesso às duas metades foi bem sucedido, é imperativo afirmar que no projecto/homage Grindhouse, da dupla Tarantinez, era Robert Rodriguez quem jogava em casa. O currículo do homem fala por si. Um tipo que cria obras como El Mariachi e From Dusk Till Dawn (embora neste último o argumento seja de Tarantino) nasceu para fazer filmes do circuito Grindhouse, seja lá o que isso for.
Inicio abrupto, bem sei, que poderá ser visto por alguns como uma inclinação para Planet Terror. Pois deixem-me dizer desde já que anda longe disso. Enquanto obra cinematográfica o Death Proof de monsieur Tarantino saiu por cima, no meu entender. Gostei mais, pronto, provavelmente pelas razões que apontei aqui.
Ainda assim, no fim de contas, se entendermos o projecto Grindhouse como uma homenagem a esse tipo de filmes feitos por "uma onça de duque e um bocado de toucinho" para matar o tempo da juventude americana, Rodriguez fez um trabalho superior dentro da suposta inferioridade inata do género.
Festival de acção, teor sexual abundante e muito, mas muito gore. Não sei se já referi, mas é muito, especialmente para uma pessoa que não está habituada. Não me interpretem mal, não é nenhum Braindead ou Cannibal Holocaust, mas o sr. Rodriguez, que nunca foi tipo de se coibir muito com aquilo que apresenta no grande ecrã, dá asas à desgraça alheia em Planet Terror. Muita borbulhagem e infecção que por ali há. Talvez com umas pomadas aquilo se resolvesse. Menos no caso da personagem de Tarantino. Aí entramos noutro nível de flagelo.
Para além da belíssima senhora que ilustra este post, tenho que dizer que fiquei muito satisfeito com o El Wray de Freddy Rodriguez, um belíssimo actor que anda por aí sub-aproveitado desde que Sete Palmos de Terra teve o seu gran finale. O homem é o chamado badass do principio ao fim do filme.
E pronto, é só isto que tenho a dizer. Planet Terror só é melhor que Death Proof no conceito grindhouse, porque fora isso não me convenceu por aí além. Aliás, Rodriguez leva a homenagem muito mais a sério que Tarantino, no que às distorções visuais e narrativas diz respeito. Ah, além disso, desta vez ganhámos o "fake trailer" de "Machete" (que parece ganhar vida própria), um dos que foram criados para a ocasião, mas que só devemos ver decentemente na edição em dvd. Quem quiser ver antes, procure na internet que chega lá depressa.
Agora ficamos por aqui, porque para um post que foi criado com o simples propósito de apresentar uma foto de Rose McGowan, este já vai longo. Sim, porque o final de Planet Terror pode não ter sido grande coisa, mas o início senhores, foi dos melhores que já vi.


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