0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Dom, 30 Dez, 2007 às 20:19



Luto pela Felicidade dos Portugueses
- Rui Zink, Edições Quasi
Aprender a Rezar na Era da Técnica - Gonçalo M. Tavares, Caminho
Os da minha rua - Ondjaki, Caminho
A Mancha Humana - Philip Roth, Dom Quixote
Uma Grande Razão: Os Poemas Maiores - Mário Cesariny, Assírio & Alvim
Kafka à Beira-Mar - Haruki Murakami, Casa das Letras
Boca do Inferno - Ricardo Araújo Pereira, Tinta-da-China
O que Resta da Esquerda? - Nick Cohen, Aletheia Editores
O Meu Nome é Legião - António Lobo Antunes, Dom Quixote

Adenda: Bem sei. Há aqui livros que não são exactamente de 2007. Ora, acontece que, à dessemelhança da maioria das personalidades que fazem estas listas de final de ano, os membros deste blogue não são pagos para fazerem crítica literária - ou de qualquer outra ordem. Bem assim, vamos lendo à medida da descoberta dos autores e não da sua edição propriamente dita.

Todo-o-Mundo, de Philip Roth e qualquer das recentes edições de Murakami substituirão, a seu tempo, os respectivos volumes escolhidos.
Estas foram as nossas melhores leituras de 2007.



1 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Dom, 30 Dez, 2007 às 00:32

31 da Armada
A Origem das Espécies
A Causa foi Modificada
António Boronha
Olhe que não
Da Literatura
O Nascer do Sol
5 Dias
Arrastão
Há Vida em Markl



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Sab, 29 Dez, 2007 às 21:00



Eastern Promises
- David Cronenberg
The Fountain - Darren Aronofsky
Rescue Dawn - Werner Herzog
American Gangster - Ridley Scott
Misterious Skin - Gregg Araki
Half Nelson - Ryan Fleck
Sunshine - Danny Boyle
Control - Anton Corbijn
Death Proof - Quentin Tarantino
Zodiac - David Fincher

* Menção honrosa para: Torre Bela de Thomas Harlan e Jacques d'Arthuys, de 1975.



15 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Sex, 28 Dez, 2007 às 23:00



Justice - Cross
The National - Boxer
David Fonseca - Dreams in Colour
Arcade Fire - Neon Bible
Kanye West - Graduation
Ana Moura - Para Além da Saudade
Arctic Monkeys - Favourite Worst Nightmare
Bajofondo Tango Club - Mar Dulce
Dungen - Tio Bitar
LCD Soundsystem - Sound of Silver



1 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Seg, 24 Dez, 2007 às 13:06





0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Qua, 19 Dez, 2007 às 22:52

Minhas senhoras e meus senhores, com a chancela do genial Manuel João Vieira, o produto televisivo mais catita de todos os tempos. Mais até que os discursos do Professor Doutor António de Oliveira Salazar, se é que isso é possível.
Ainda não tem canal de transmissão, mas com a graça de S. Gimba tudo correrá pelo melhor, e os portugueses terão direito ao Mundo Catita.
Cliquem na imagem, vejam o trailer, e quando conseguirem parar de rir apreciem a qualidade do que está pra vir.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Qua, 19 Dez, 2007 às 22:17

Estou chocado. Bem sei que são coisas que acontecem, mas um individuo nunca está preparado para estes momentos.
Em mais uma bonita eleição/lista de melhores do ano, a revista Time decidiu atribuir o prémio de pessoa do ano ao novo Czar russo Vladimir Putin.
Estou ligeiramente confuso sobre quais terão sido os critérios que conduziram a tal eleição, mas no perfil justificativo de tal escolha estão presentes estas palavras: His final year as Russia's President has been his most successful yet. At home, he secured his political future. Abroad, he expanded his outsize—if not always benign—influence on global affairs.
Não nego que o senhor Putin tenha estado de forma consistente nas bocas do mundo ao longo de todo o ano, mas daí a considerar o tipo como personalidade do ano ainda vai um longo caminho. Pensava eu que estes reconhecimentos eram dados a pessoas com contribuições positivas para o nosso mundo, mas pelos vistos estava enganado.
Não fiz a minha pesquisa, mas se isto for sempre assim, em 2001 deve ter sido Bin Laden o laureado e no próximo ano caberá a Robert Mugabe ou Valentim Loureiro tal honra.
Voltando ainda à citação da Time, aprecio particularmente esta ideia: At home, he secured his political future. Como se o modo como atingiu tal meta fosse completamente inócuo.
Enfim, o Vladimir que vá pensando em alterar o nome acrescentando um "e" ao Putin, de maneira a não destoar do outro Vladimir e do Joseph, esses dois marotos que vingaram bastante bem naquela área do globo durante algumas décadas.

PS: achei a foto da Time algo agressiva e, vamos lá, fria. Por isso deixo-vos aqui uma imagem onde Putin pratica claramente o sexo visual com a objectiva fotográfica. Atentai, é foto de bolinha vermelha no canto superior direito. Estais avisados.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Sab, 15 Dez, 2007 às 13:59

Como é óbvio, não discutiremos a indiscutível e fantástica obra. Mas saudamos o homem.

Diz quem sabe que, tal como comunista acérrimo, continua um boémio inveterado. E o arquitecto de sempre, porque continua a produzir, materializando a insatisfação com a arquitectura comum.

Oscar Niemeyer celebra hoje o seu centésimo (100º!) aniversário.





2 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Qui, 13 Dez, 2007 às 13:40

acerca da cerimónia de assinatura do Tratado de Lisboa:

"Indeed, the whole event has been dubbed a diplomatic vanity trip and an environmental extravagance because, after the signing, the leaders (many of whom only spent only a few hours in the city) will then hop on planes — with their huge entourages and other hangers-on like the media — to meet the next day in Brussels for their regular December E.U. summit." - in Time Magazine



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Qua, 12 Dez, 2007 às 23:05

Enquanto a greve dos argumentistas continua nos Estados Unidos, parece que os senhores que se dedicam a escrever os textos criativos daquela zona do globo andam com muito tempo livre nas mãos.
Vai daí, e como os Sex Pistols andavam em breve tour revivalista, o guitarrista e anfitrião do programa "Jonesy’s Jukebox", Steve Jones, decidiu convidar gente conhecida para apresentar o programa por si.
Na edição que aqui apresento, a liderança esteve a cargo de Edgar Wright, mestre criador de Spaced, Shaun of the Dead e mais recentemente, Hot Fuzz. Tudo coisas bonitas e bastante afectas a todo o geek deste mundo.
Sendo Edgar um argumentista filiado no WGA (writers guild of america) é óbvio que está em greve, pelo que tratou de convidar outros argumentistas para comparecerem no programa. convidou três, para ser mais preciso. Diablo Cody, a argumentista mais on fire em toda a Hollywood neste momento, muito por culpa de Juno, a grande surpresa do ano, cinematograficamente falando. Além do mais, é dona de um dos melhores nomes próprios de todos os tempos, resquícios de uma carreira como stripper. Podem ir acompanhando a vida da menina Diablo no seu blogue pessoal,  The Pussy Ranch.
O programa conta também com a presença telefónica de Borat Sagdiyev, numa conversa memorável, por entre a promoção do livro de Borat, do qual já aqui falámos, e um bonito diálogo envolvendo pêlos púbicos. O último convidado é Jonah Hill, rapazito que participou em Knocked Up e foi personagem principal em Superbad, um dos protegés de Judd Apatow.
Um programa com bons convidados e boa música. Uma edição diferente da "Jonesy’s Jukebox" comandada por Edgar Wright que vale a pena ouvir ou fazer o download aqui.



1 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Nuno Costa / Ter, 11 Dez, 2007 às 22:31

Garantindo que o descobrimos por mero acaso, e que não queremos ganhar prendas de ninguém (queremos mas fica mal pedir), temos o prazer de anunciar que faz hoje, dia 11 de Dezembro, dois anos que foi postado o primeiro texto no Zurraria. Agradecemos a todos os leitores que nos acompanharam desde o inicio: o Pedro, o David, o Bruno, o João e eu que também venho cá de vez em quando.




5 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Seg, 10 Dez, 2007 às 19:57

Parece que o jovem Billie Joe Armstrong, vocalista dos agora sobejamente reconhecidos Greenday anda metido em estórias paralelas.
Para desenjoar do paleio político e das voltas pelo mundo a promover o último dos Greenday, o rapazito pôs cá fora um EP de seis músicas do projecto paralelo FoxBoro Hot Tubs intitulado Stop Drop and Roll. Em relação à composição do resto da banda ainda não se sabe nada, mas esta onda rockabilly ou pop adolescente, se quiserem, parece assentar bem, sendo que o produto final é bastante jeitoso.
Espécie de fun & games. Diferente do som dos Greenday e das pinturas de olhos à la emo. Visitem o site dos FoxBoro Hot Tubs e façam o download à borla.
Já agora apreciem o visual do site porque naquela simplicidade está um belo trabalho.

Adenda: Se o site estiver em baixo, ouçam três músicas aqui.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Seg, 10 Dez, 2007 às 11:37

António Lobo Antunes esteve, na passada quinta-feira, em Loulé. A convite da Biblioteca Municipal de Loulé, o escritor tomou o seu último livro editado "O Meu Nome é Legião" como ponto de partida para dar uma lição de como se ganha uma audiência.

Nada o indicava, mas A.L.A. mostrou ter mais perfil de stand-up comediant do que de lunático massacrado que escreve para expiar os "pecados" da Humanidade.
O ego insuflado, igual a si próprio, serve de pretexto também para umas farpadas a uns e outros, entre Josés Rodrigues dos Santos e Miguéis Sousa Tavares, desmistificando ainda a questão da alegada rivalidade com José Saramago, o Nobel literário português. Que certa vez, Lobo Antunes, inspirado, sugeriu a Saramago que deixasse "uma janela aberta para arejar a prosa".

Um dos maiores escritores da actualidade, com tiques de stand up comediant.





0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Sex, 07 Dez, 2007 às 13:10

A premissa é esta: um suposto guião incompleto de três páginas e meia escrito por Alfred Hitchcock mas nunca transposto para o grande ecrã é descoberto, ou revelado ao público, se quiserem. Cabe agora a outro realizador pegar no guião e apresentá-lo tal e qual como teria feito o mestre inglês.
A convite da empresa espanhola Freixenet, coube a Martin Scorsese esta tarefa algo peculiar.
No final, The Key to Reserva, que poderia ser apenas mais um anúncio publicitário, torna-se uma homenagem à técnica e ao cinema de Hitchcock, com as manhas e conceitos que sempre o acompanharam no seu trabalho.
O objecto desta publicidade (que é, já agora, o vinho espumante cava) cai muito facilmente para segundo plano quando confrontado com os argumentos, o estilo visual e o humor que Scorsese imprimiu nesta pequena pérola. Se ao menos toda a publicidade fosse assim...



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Qui, 06 Dez, 2007 às 13:12

Se há coisas tontas, e aqui todos de acordo, uma delas é o facto de se oferecerem prendas no dia do nosso aniversário. Que se ofereçam prendas no aniversário de Jesus, que já faleceu e já ressuscitou, sim senhor. É louvável.

Agora no nosso aniversário, soa a palmadinha nas costas e um "Deixa lá isso, estás cada vez mais decadente, mas toma lá um BMW."

É claro que o meu aniversário não é hoje. São questões filosóficas que não se põem enquanto se estreia um BMW.

 

Adenda: Não há BMW.





0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Qui, 06 Dez, 2007 às 01:13

Antes de partirmos para a descrição do artista desta edição, é imperativo reconhecer o papel que a boa rádio pode ter na evolução da cultura pessoal de cada um. Embora estejamos em grande parte habituados à rádio de playlist fixa, nada melhor que fugir a esse modelo e ficar a conhecer novos sons.
Neste caso, tomei contacto pela primeira vez com a obra deste senhor através de uma iniciativa que a Antena 3 tem desde há pouco tempo. Nas emissões da tarde é então dado lugar a sugestões pessoais feitas por alguns animadores e radialistas desta frequência do éter.
Foi então de forma completamente aleatória que ouvi a sugestão do Nuno Calado, ou do Pedro Costa (não tenho a certeza, mas suponho que terá sido um dos dois), já há algum tempo. Introduziu o artista e a sua obra, como acredito que façam os outros que são convidados a sugerir, de forma bastante incisiva e apelativa, pelo que não me deixou margem de manobra. Inspirado por esta forma de dar a conhecer novas músicas, não resisti e trouxe-vos algumas músicas da pessoa em questão.

Discípulo de grandes cantautores norte-americanos como Dylan, Guthrie, Springsteen ou Leonard Cohen, esta edição da Zurras FM debruça-se sobre a figura de Josh Ritter.
Jovem de trinta e dois anos licenciado em História Americana através do estudo aprofundado da música folk, Ritter é hoje em dia um dos melhores representantes deste estilo musical predominantemente narrativo, sendo reconhecido entre os seus pares como um excelente letrista e compositor.
Um dos grandes talentos da folk, em Ritter há para descobrir quatro álbuns, se descontarmos o primogénito, lançado  por iniciativa individual e de difícil acesso.
São eles:  Golden Age of Radio (2001),  Hello Starling (2003), The Animal Years (2006) e o mais recente, The Historical Conquests of Josh Ritter (2007).
Apesar da aclamação crítica de The Animal Years, as quatro músicas que vos trazemos hoje são todas retiradas de The Historical Conquests of Josh Ritter, lançado em Agosto deste ano.
Entre estas quatro encontra-se a minha favorita, The Temptation Of Adam, sem dúvida alguma,  quatro minutos e doze segundos de algo bastante especial.
Para ficarem a conhecer mais sobre Ritter, não hesitem em visitar o myspace e a sua página pessoal, duas janelas para o imaginário deste natural de Moscow, no Idaho.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Ter, 04 Dez, 2007 às 21:43



"You don't understand. I coulda had class. I coulda been a contender. I coulda been somebody, instead of a bum, which is what I am, let's face it. It was you, Charley."

Terry Malloy (Marlon Brando) em On the Waterfront, de Elia Kazan

Adenda: Clicai na capa da Time e lê-de o artigo. Vale a pena.




0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Ter, 04 Dez, 2007 às 01:05

Os Sopranos tiveram o seu último episódio esta noite.
Seis temporadas e muitos anos a acompanhar a vida e a morte na família Soprano parecem agora não ter sido suficientes. Muitos, motivados pela sua insatisfação para com o modo como tudo acabou, sustentam ainda o sonho da transposição para o grande ecrã, num final cinematográfico, a todos os níveis.
No meu entender, não se pode pedir a passagem para o cinema cinema, especialmente quando em cada singelo episódio nos foi dado muito mais do que qualquer filme poderia ou teria para oferecer.
Para a grande maioria do público, habituado ao modelo narrativo de Hollywood, o bad guy tem que morrer no final, quase obrigatoriamente. A sua sobrevivência é uma afronta aos bons da fita, e uma contradição à ideia de retribuição final, onde o bad guy é confrontado e castigado por todo o mal que impôs às suas vítimas.
Ora n'Os Sopranos, Tony é dos poucos que sobrevive aos perigos ocupacionais criados pela sua linha de trabalho. Ao longo dos anos foi arrumando a competição que surgia e afastando as maçãs podres para fora do cesto, por acção directa ou interposta. Muitos caíram em desgraça, não poucas vezes por caprichos de uma mente retorcida. Quem não se lembra do modo como Ralphie Cifaretto foi despachado ou o mergulho final de "Pussy" Bonpensiero. As mortes de Adriana e de Christopher contam-se entre outras, tão ou mais marcantes, com a marca Soprano. Num visionamento rápido de uma fotografia da primeira temporada, o dificil é apontar quem conseguiu sobreviver até ao final, o que só por si demonstra o poder, carisma  e teor abundantemente operático que esta obra de arte emanou desde o primeiro episódio.
Não se peça mais a David Chase. Devemos-lhe a melhor criação dramática de sempre para a caixa que mudou o mundo.  Não o critiquem por ter escolhido terminar esta saga com um tremendo anti-climax. Aplaudam-no por ter tido a coragem que faltou a muitos e a mestria de manipular os seus espectadores até ao último segundo, deixando em aberto os momentos seguintes da vida de Carmela, Anthony Jr., Meadow e finalmente, Tony.
Cabe-nos a nós colocar a peça final do puzzle. Nós temos na mão a vida ou a morte do Padrinho dos Sopranos. Será essa a ideia a retirar daquela bela e simples cena de família.
Tony Soprano, o Júlio César que teve a capacidade de apunhalar tudo e todos e a habilidade de se esquivar aos golpes conspirativos dos Brutus que se atravessaram no seu caminho.
Não há decididamente necessidade de uma longa metragem para terminar Os Sopranos.
Afinal, como sempre, a vida continua. No caso, a vida Made in America.



1 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Seg, 03 Dez, 2007 às 17:21

A opinião global parece ser de que Portugal calhou num grupo bastante acessível para a fase final do Euro 2008 a ter lugar na Áustria e Suíça.
Republica Checa, Turquia e a anfitriã Suíça não serão, por certo, os maiores colossos do futebol europeu. No caso das duas últimas, longe disso.
Não obstante, a verdade é que eu ainda sou do tempo em que um grupo composto por Polónia, Estados Unidos e Coreia do Sul eram contas feitas, e depois foi o que se viu lá por terras orientais.
Portanto tenham calma meus senhores, que os jogos são ganhos dentro de campo e a bola é redonda (inserir mais algumas frases feitas sobre futebol à discrição).


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