3 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Ter, 23 Out, 2007 às 18:10

Talvez devesse começar por um aviso, do género: "Se quer ser escritor, não leia Murakami".
Porque é constrangedor, acima de tudo. "Kafka à Beira-Mar".
É incrível como, sem grandes preciosismos estilísticos, - não li o original, confesso, o meu japonês já teve melhores dias - se consegue um restulado assim. A prosa parece escorrida de um fôlego, e os diálogos brilhantes, surreais, perfeitos.
O surrealismo não se esgota, porém, nos diálogos. O próprio livro é uma ode surrealista, e um hino ao volte-face, à reviravolta, aos plots sucessivos, página após página.
Haruki Murakami tem muitos méritos. As referências culturais que, diálogo após diálogo, vão transparecendo, conferem humanidade ao romance. Identificação. Mesmo apesar das referências pop[ulares] serem bastante díspares das do rapaz de 15 anos, Kafka Tamura, que já leu tudo do Franz homónimo, quase toda a literatura japonesa, e ouve Schumann, Schubert, Beethoven, Puccini, Duke Ellington.
Tamura é um sonho de Murakami. Murakami tem uma obsessão pela música e explana-a ao longo do livro, muito por culpa de Kafka Tamura, à laia de alter-ego.
Uma badana do livro indica-nos uma pequena biografia de Murakami onde nos diz que foi dono de um bar de jazz, para ajudar a explicar o fenómeno.
Vou mais longe:
Murakami é fascinado pelas literacias. E usa este livro para explicar o processo.
Temos Kafka Tamura: um adolescente de 15 anos literado como um professor universitário das mais variadas áreas (talvez mais), desde a Literatura, a Música, a Política, a História.
E Hoshino, um jovem adulto que, perfeitamente ignorante, toma parte num processo em que aprende a descobrir música erudita, através de Beethoven e do seu Trio ao Arquiduque.
Entretanto, omiti os verdadeiros plots. Propositadamente.
Cito: "Viciante", Independent; "Maravilhoso", Daily Mail; "Hipnotizante", The Times.
Leiam.



1 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Seg, 22 Out, 2007 às 21:05

Algum tempo depois, parece que é boa altura para renovar a colecção musical presente na nossa Zurras FM. Os 50 cêntimos e os Kanye's já lá vão, pelo que nesta edição nos viramos para o que é feito cá em casa.
Calma. Não é literalmente cá em minha casa, mas sim no país. Se bem me recordo só por uma vez apresentámos música nacional na nossa geringonça, pelo que nesta segunda vez teremos uma edição alargada.
São sete os artistas que vos trazemos, a grande maioria pessoal sobejamente conhecido do mundo da música.
Assim sendo, a parafernália musical é esta, e não necessariamente por esta ordem:

Ana Moura - E Viemos Nascidos do Mar
Dead Combo - Mr. Eastwood
Carlos Bica & Azul - P Beat
David Fonseca - Kiss Me, Oh Kiss Me
Tiago Bettencourt - Canção Simples
Clã - Tira a Teima
JP Simões - Se por acaso (me vires por aí)

Algumas são músicas de cd's com pouco mais que duas ou três semanas, coisa recente, portanto. Outras são "apenas" boa música feita por artistas portugueses.
Toca a ouvir e a deixar as vossas impressões sobre estes ou outros artistas e músicas portugueses que andam a ouvir.



14 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Seg, 22 Out, 2007 às 00:54

Terminou este Domingo o 57º campeonato do mundo de Fórmula 1, no Grande Prémio do Brasil, em Interlagos, tendo-se sagrado campeão Kimi Raikkonen.
Como podem constatar pelo post anterior, este ano não vi nenhuma corrida de F1. Nada, nem uma volta, derivado da mudança do estaminé para a Sport TV.
Também já dei conta aqui no zurras de que fiquei bastante arreliado com o câmbio para o canal de cabo, que me deixa órfão pelo menos durante mais dois anos, provavelmente até mais, sabendo dos conteúdos em que a rtp anda a apostar.
Não há por estes lados conformismo, mas também não há tv cabo, pelo que a Formula 1 não passará de palavras, fotografias e vídeos provenientes da internet, a não ser que se dê alguma revolta mediática ou coisa parecida. Pouco provável.
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Gosto de Interlagos. É um circuito que propicia quase sempre boas corridas, muito por culpa da morfologia do terreno. Tal como no Mónaco ou em Spa-Francorchamps, os altos e baixos do alcatrão dão outra dimensão à dualidade piloto/máquina na luta contra os seus semelhantes.
São percursos que se adaptaram à geografia, fugindo à monotonia dos circuitos planos que florescem por esse mundo fora como fungos nos pés do tio Ecclestone.
Além do mais em Interlagos há sempre propensão para despistes, especialmente quando o piso está molhado. Os acidentes também são frequentes, e é dificil esquecer a ultrapassagem de Schumacher a Raikkonen na última volta do GP do ano passado. Memorável a despedida do homem, sem dúvida.
Interlagos não é melhor que Spa-Francorchamps, essencialmente porque lhe falta a história e uma par de curvas memoráveis como Eau Rouge ou  Raidillion, mas ainda assim a última curva a subir e consequente recta da meta feitas a fundo são aquilo para que o desporto nasceu. Pura velocidade. À bruta, como já não existe. Como havia no velhinho Hockenheim de longas rectas, ou como resta em Monza. Coisa rara por estes dias.
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Estou contente por Alonso não ter ganho nada. É bem feita, andava a pedi-las há muito tempo. Nunca simpatizei com o tipo, desde os seus tempos na Renault. Campeão do Mundo sem saber ler nem escrever, sempre disse.
Dá pena ler os periódicos desportivos do país de Cervantes. Cegos pelo extremo proteccionismo que dão a tudo o que leva o nome do país a outra paragens, para estes senhores a criança mimada em toda a celeuma que acompanhou o final de temporada é... Lewis Hamilton.
Como se diz por aí, nunca vi Hamilton mais gordo, pelo que só me posso guiar pelos números. E nos números o espanhol levou uma coça.  Alonso é  daqueles tipos que ganham campeonatos sem vencer uma única corrida, e eu não aprecio particularmente malta desse calibre.
Além disso é chibo e queixinhas, coisa que lhe valeria - caso frequentasse o recreio de qualquer escola - todo um arraial de porrada de periodicidade constante.
Tivesse eu visto esta temporada e seria - apesar de tiffosi da Ferrari - fã de Lewis Hamilton. Ainda assim fico contente por Raikkonen, especialmente por não ser Alonso o vencedor.

Update: Parece que ainda não é oficial. O importante é que não vá para Alonso.
Update ao update: Fica tudo na mesma. Nada para Alonso. Gracias señores.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Dom, 21 Out, 2007 às 20:02

a RTP1 acabou de abrir o telejornal com 3 segundos de imagens do Grande Prémio do Brasil em Fórmula 1, ganho pelo finlandês Kimi Raikkonen.
Bela noção de serviço público, naquele que - dizem - foi um dos campeonatos mais competitivos dos últimos anos.
Dizem, porque eu não vi. Graças ao serviço público.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Dom, 21 Out, 2007 às 00:24

O Sporting perdeu. Mereceu perder, pronto. Como quem: "raios partam se eu não consigo perder o jogo", e conseguem, efectivamente. Nas minhas conversas de café, há muito que digo não conseguir conceber que jogadores como Farnerud ou Paredes façam parte do plantel do Sporting. Não percebo. Talvez seja carência minha. E se mo permitirem os sportinguistas, cada vez duvido mais da capacidade de Paulo Bento para treinar o Sporting.
Podia, mas não precisa passar pelo sistema táctico. O Paulo Bento poderia fazer a sua equipa jogar em 4-4-2 losango, como agora se quer, no "futebol progressista" e moderno, e ter simultaneamente, uma filosofia de jogo, fio condutor, e jogadores que se soltem das amarras de um sistema táctico, como fazia, por exemplo, Nani o ano passado. E se, muitas vezes foi assobiado, muitas outras deveria ter sido, e foi, ovacionado por ser pouco menos que a chave do cinzentíssimo modelo de jogo de Paulo Bento, marcando golos, dando bolas, criando rupturas, com e sem bola.
Mas Paulo Bento não percebeu que sem a "rebeldia táctica de Nani" em Izmailov ou Vukcevic ou Moutinho, o jogo encrava, trocam e bem as bolas os centrais, o Veloso troca bem com eles, e abre passes longos, por falta de jogo lateral e acutilância ofensiva, e os golos podem surgir, como não, à mercê do qualidade individual e da inspiração de um desses jogadores.
O único jogador que vai à linha para cruzar é o Abel, mas fá-lo, apenas quando bem apoiado, e isso raramente acontece. Fora isso, bombeiam-se bolas ali logo a seguir ao meio campo. Pelo que eu percebo de futebol, por vezes adaptam-se os jogadores ao sistema, outras, adaptam-se os sistemas aos jogadores, e talvez aos treinadores progressistas fosse bom ter essa noção. É evidente que o Sporting só tem um avançado de qualidade indubitável: Liedson. Porque não, nesse caso, abrir as alas para Vukcevic, Izmailov, Djaló, Pereirinha? Sendo a Academia a melhor escola portuguesa de extremos, não seria de aproveitar o filão, que se prevê que cresça? Ficaria assim tão mais fragilizado um meio-campo com Veloso, Moutinho e Rogmanoli? A resposta a todas elas é um frágil "não sei", mas senhor Paulo Bento, faça estas perguntas a si próprio ou meta a equipa a jogar futebol. Escolha. Para futebol de merda, tenho a terceira divisão às 15H de domingo.

PS: Vou jogar Football Manager com o Sporting, só para o despedir



2 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Ter, 16 Out, 2007 às 22:17

Parece que David Lynch foi passear a Israel. Enquanto esteve por lá manteve-se ocupado. Ao que parece levou consigo a solução para a paz no Médio Oriente.
Ecoem portanto as rajadas de metralhadora lançadas pela malta do Hamas e da Fatah! O fim da luta está próximo e vem nada mais nada menos da mente de David Lynch.
No entanto, ao que tudo indica, a solução para a Paz (sim, paz com maiúsculas, porque não queremos cá piadas porcas envolvendo quartéis de bombeiros) no Médio Oriente não envolve aparições esporádicas de bombistas vestidos de coelhos nem argumentos sem sentido aparente.
Diz o cineasta americano que tudo se resolveria através de meditação. Generalizar a prática de meditação aos envolvidos nesta luta traria a paz naquela zona do globo, porque, diz o homem, os acordos não são mais que uma "cura superficial".
Parece que Shimon Peres nem se atreveu a comentar. Deplorável. Está visto que qualquer pessoa que vá a Israel tem que lançar à parede a sua solução, a ver se cola.
Só pode ser grande o desespero, quando chega a vez de David Lynch.
Ora eu, que nunca fui a Israel, tenho a solução para todos os problemas daquele povo. Preparem-se, porque é deveras chocante e inovador. Brilhante, diriam alguns.
Proponho então que se realize um jogo de futebol de mediatismo à escala mundial entre os envolvidos no conflito. É tão simples que fico espantado como ninguém mencionou isto antes. Genial, mesmo. Estou abismado comigo próprio.
É certo que seria um jogo de qualidade duvidosa, visto que o melhor jogador de Israel é, ou foi, não tenho bem a certeza, Haim Revivo. Ora se o Revivo era o melhorzito que de lá saiu, o jogo não seria bombástico, no pun intended.
Enfim, pensem nisto senhores da ONU. Para a segurança, basta colocar o Scolari como segurança dos "mininos", que não lhe escapava nada. Soubesse a Catalina Pestana que o homem era tão protector da pequenada e por esta altura o Bibi nem carta de condução teria ainda, quanto mais guiar uma Ford Transit pelo Parque Eduardo VII.
Um jogo de futebol. Genial. Podem contactar-me para fazer os preparativos do evento. Garanto desde já não ter problemas nas costas.



4 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Ter, 16 Out, 2007 às 13:16

O Prós e Contras, dedicado à Guerra [Colonial], na sequência da série documental "Guerra" de Joaquim Furtado, foi assustador. Mais do que aquilo que se esperaria, informando desde já, que Jaime Nogueira Pinto era convidado.
Agora, no que eu não acreditaria era que Jaime Nogueira Pinto seria relativamente moderado, se comparado a um coronel que lá andava invocando: "Se o Alaska e Porto Rico podem ser dos EUA, nós não podemos ter Angola, Moçambique e Guiné?".
Jaime Nogueira Pinto também me deixou perplexo. Diz ele que a Guerra Colonial interferiu com a sua formação ideológica. Seria à altura, à esquerda, e a Guerra Colonial fê-lo (expliquem-me...) de direita e nacionalista.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Dom, 14 Out, 2007 às 23:42

Quando eu, surpreendido com a atribuição do Nobel à desconhecida Doris Lessing, espirrei pr'aqui as minhas indignações, estava longe de imaginar que a indignação se estendesse a boa parte da blogosfera, pelo menos, vá lá, pelas razões invocadas.
As declarações - daquelas de circunstância, um gajo tem de dizer alguma coisa, não é? - de Urbano Tavares Rodrigues ao Público sobre Lessing deram azo, imagine-se, a que uns e outros conjecturassem uma espécie de conluio comunista "sueco" em que Lessing seria a escolhida por, vá lá, falta de seleccionáveis de esquerda.
A ideia é tonta por si só.
Urbano Tavares Rodrigues acha difícil que Llosa e Roth sejam nobelizáveis. É lá com ele.
Ainda vou achando graça a estas discussões. Urbano Tavares Rodrigues é um escritor comunista.  Vasco Graça Moura talvez gostasse de ser considerado escritor e poeta social-democrata (o que é isso da social democracia?) do PSD. Mas não.
Julgo que Mario Vargas Llosa e Philip Roth são nobelizáveis. Sei à partida que o Llosa é de direita e que o Roth, no mínimo não o é, e continuo a achar que são ambos candidatos. Aliás, junto-me à festa.
Junto a Llosa e Roth a minha presente leitura no pódio de candidatos ao prémio de 2008: Haruki Murakami, que não sei se é de direita, esquerda, centro ou outra coisa qualquer.
Ah, e para o ano, senhor Urbano, abstenha-se.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Dom, 14 Out, 2007 às 14:44


Aqui no Zurraria somos pessoas com bastante tempo livre, pelo que gostamos de o ocupar com actividades dignas e de cariz puramente pedagógico.
Como tal, deixamos aqui uma sugestão jeitosa para quando não há mais nada para fazer.
Enquanto andarem pelo site da agência de publicidade Mono, dêem também uma vista de olhos pelas campanhas feitas pela empresa.
Cliquem na imagem e divirtam-se.

*abençoado seja o gerador de citações...



1 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Qui, 11 Out, 2007 às 12:35

É assim, esta merda?
Lixam os jogadores assim, é?
Nem 1/100000 esta senhora valia nas casas de apostas.
O Pedro Mexia diz que leu duas coisas dela e é como se não tivesse. E eu, se não li antes, não é agora que vou ler. Talvez aquele volume giro sobre o comunismo, mas nem mais um, hã?
Consolam-me assim:
"É velhota, a senhora..."





0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Ter, 09 Out, 2007 às 01:29

Quase um ano depois do filme ter lançado o repórter mais famoso do Cazaquistão para as bocas do mundo, a sabedoria de Borat Sagdiyev volta para atormentar tudo e todos.
Depois de ter visitado os US and A na belíssima película homónima, Borat edita agora um guia turístico sobre a Gloriosa Nação do Cazaquistão e sobre a Nação Menor dos US and A..
Produto encomendado pelas mais altas patentes do governo Cazaque, o guia turístico do Sr. "sexy time" será lançado no mercado mundial dia 6 de Novembro.
Em todo o caso, parece que já se pode encomendar a obra "dois em um" pelo site da Amazon, tudo para que o mundo fique a conhecer os truques que permitem a sobrevivência de um explorador/conquistador como Borat.
Sobre esta magnífica obra de viagens muito se poderia dissertar. Ainda assim prefiro estar calado e apenas transcrever toda a beleza e genialidade do texto de apresentação de BORAT: Touristic Guidings to Minor Nation of U.S. and A. and Touristic Guidings to Glorious Nation of Kazakhstan.
Preparados? Cá vai:


"BORAT: TOURISTIC GUIDINGS TO GLORIOUS NATION OF KAZAKHSTAN

JAGSHEMASH! WELCOMES IN KAZAKHSTAN!

In coitus with Kazakh Minister of Information, telelviski journalist Borat Sagdiyev is take great pleasuring himself to present this touristic guidings to Glorious Nation of Kazakhstan–home to many many of Central Asia’s most highly respected sex criminals. This volume is showcase of all that is great of Kazakhstan–marvel at the statistic of Nurek Dam, make your childrens laugh with our jokes about jews and take a peekings inside brandnew Capitalist Supermall Viktor Hotelier’s Shopcity–3 stores and electrical staircare!!

Containings over half the photographs, maps and writings ever produced by Kazakhstan and printed on our finest grade paper (50% tree, 10% asbestos, 22% gypsy, 18% pubis)–this books will surely makings you visit Kazakhstan most urgently! You welcomes–we seeings you soon!

BORAT: TOURISTIC GUIDINGS TO MINOR NATION OF U.S. AND A.

JAGSHEMASH READER!

Subsequents to worldwide successes of his blockbusterings moviefilm, Borat Sagdiyev–televiski journalist and 4th most famous person of Kazakhstan–have in associate with Ministry of Information produce this travel guidings journal to minor nation of US and A. This book a most sensible acquisition if you are think of travel to this country and will instruct you on all you needing know–from how to get cage of your wife through airport, to how to gain entry to an American vagine without spend money.

It also contain most explicit guidings to American peoples–did you know that there are over 1,000 of them with chocolate colour skin? And that it natural, not makeups!? Learn too of the great American cities–Washingtons DC, New York and Londons–and read truthful accounts of their landmarks: for examples, discover that in realitys, the World Trade Centers of New York City is not near so tall as they saying it is.

Containings many many photographs never before looked upon and writings of most splendid caliber, this book really is a very nice!"




2 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Seg, 08 Out, 2007 às 12:35


Tony Soprano: [to Silvio] "All due respect, you got no fuckin' idea what it's like to be Number One. Every decision you make affects every facet of every other fuckin' thing. It's too much to deal with almost. And in the end you're completely alone with it all."

Hoje, a partir das 22:40 na rtp2 ficamos a conhecer o principio do fim dos Sopranos.
Na Zurras FM roda extraordinariamente "Woke up this Morning" do grande Leonard Cohen, de modo a criar ambiente para o que se avizinha. Chamemos-lhe um estágio de pré-temporada.
A família é a coisa mais importante do mundo, nunca se esqueçam.

Adenda: Afinal dizem-me que a música não é do Leonard Cohen, pelo que corrijo o que disse. Woke Up This Morning é a abertura operática dos Sopranos criada pelos Alabama 3. Correcção feita, não deixa de ser grande composição.



2 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Nuno Costa / Dom, 07 Out, 2007 às 23:10

Fazem, em 2007, 30 anos desde que foi editado o álbum que foi eleito pela revista Time como o melhor do século XX, Exodus, de Bob Marley. E é em 2007 que é cometido o maior atentado a uma música da autoria do "Rei Bob". O atentado vem incluido numa obra discográfica do Pigloo.
Só perdoo à RTP a divulgação do videoclip porque foi passado no Top+ e o Top+ é apresentado pela Isabelinha.
Sei bem que não me vão perdoar a divulgação do videoclip aqui no Zurras mas, ainda assim, arrisco porque acredito que existem milhares de pessoas na internet à procura do "Don´t Worry Be Happy" na versão da Holly Dolly e as visitas são sempre bem-vindas.
Diz-se que o Carlos Paião cravou as unhas na tampa do caixão depois de morrer -  provavelmente por causa de alguma versão adulterada da Cinderela. Esta coisa da Holly Dolly é bem capaz de trazer o Bob de novo à vida. Assim seja.





0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Dom, 07 Out, 2007 às 23:03

O tema de capa da última revista "Os Meus Livros", surge sob a forma de uma pergunta: "Quem é o próximo Nobel [da Literatura, claro]".
As respostas são dadas por muita gente de bem: Rui Zink, Gonçalo M. Tavares e Francisco José Viegas, Maria Teresa Horta, Rui Tavares, Henrique Vila Matas, José Tolentino Mendonça, Domingos Amaral, José Carlos Fernandes e Luis Caetano. E também por Margarida Rebelo Pinto.
Rui Zink inclina-se para o israelita Amos Oz, de quem já aqui falei. Gonçalo M. Tavares realça os portugueses, Agustina, Herberto Hélder, António Lobo Antunes, mas reconhece que há grande probabilidade do escolhido ser, e justamente, Philip Roth, com que concorda Francisco José Viegas, grande admirador do escritor americano.
Maria Teresa Horta realça Joyce Carol Oates devaneando pelos feminismos, esquece as escritas, sabe-s lá se a mulher lê homens, e Margarida Rebelo Pinto faz um discurso muito bonito sobre  o que pensa do  Nobel da Literatura, e entretanto, acha uma chatice que não se possa atribuir Nobeis a todos os bons escritores. Quando se fala em Nobel, diz pensar, - pensa muito, a Margarida - em Borges, pensa em Tolstoi, pensa em Graham Greene, pensa em Lobo Antunes, pensa em Kafka, pensa em Calvino e em Joyce. Reconhece mérito (!) a Yeats, Mann, Herman Hesse, Faulkner, Russel, Octavio Paz, Neruda ou Harold Pinter! A desfaçatez. Margarida Rebelo Pinto faz aqui um texto medíocre e inconclusivo, divaga, sobre o Nobel e sobre uns autores que são importantes porque sim, sabe Deus se os leu.
Rui Tavares reconhece grande favoritismo de Roth, mas preferiria ver distinguidos pensadores como Steiner, Bauman ou Habermas.
As opiniões restantes rodam por Claudio Magris, Cormac McCarthy, António Lobo Antunes, Rosa Lobato Faria,  - por José Carlos Fernandes, num texto cheio de ironia - Milan Kundera, Maria Vargas Llosa, Amos Oz ou Umberto Eco.
Julgo que o Nobel literário é o que é, talvez nem mais nem menos idóneo do que tantos outros prémios literários. Não sei se é possível que a cada ano se acerte num melhor escritor de alguma coisa. Não acredito que Lobo Antunes ganhe. Não que não mereça.
Cada uma das suas frases o merecia. Mas não. Portugal não é um país suficientemente grande para que garanta dois Nobeis literários em tão curto espaço de tempo. E o mundo é um mercado literário bastante o suficiente para que Lobo Antunes vá sendo esquecido.
Talvez alinhe com Gonçalo Tavares e Francisco José Viegas. Talvez Philip Roth.
Ou talvez Cormac McCarthy. Ou Amos Oz. Que tem a particularidade conveniente de ser o chamado escritor "político", como se costuma dizer que convém à Academia Sueca.
Nisto da imprevisibilidade, arriscam os jogadores. Encaremo-lo assim, então.
Estamos conversados. Sigam as apostas.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Sex, 05 Out, 2007 às 23:44


Agora que o acesso às duas metades foi bem sucedido, é imperativo afirmar que no projecto/homage Grindhouse, da dupla Tarantinez, era Robert Rodriguez quem jogava em casa. O currículo do homem fala por si. Um tipo que cria obras como El Mariachi e From Dusk Till Dawn (embora neste último o argumento seja de Tarantino) nasceu para fazer filmes do circuito Grindhouse, seja lá o que isso for.
Inicio abrupto, bem sei, que poderá ser visto por alguns como uma inclinação para Planet Terror. Pois deixem-me dizer desde já que anda longe disso. Enquanto obra cinematográfica o Death Proof de monsieur Tarantino saiu por cima, no meu entender. Gostei mais, pronto, provavelmente pelas razões que apontei aqui.
Ainda assim, no fim de contas, se entendermos o projecto Grindhouse como uma homenagem a esse tipo de filmes feitos por "uma onça de duque e um bocado de toucinho" para matar o tempo da juventude americana, Rodriguez fez um trabalho superior dentro da suposta inferioridade inata do género.
Festival de acção, teor sexual abundante e muito, mas muito gore. Não sei se já referi, mas é muito, especialmente para uma pessoa que não está habituada. Não me interpretem mal, não é nenhum Braindead ou Cannibal Holocaust, mas o sr. Rodriguez, que nunca foi tipo de se coibir muito com aquilo que apresenta no grande ecrã, dá asas à desgraça alheia em Planet Terror. Muita borbulhagem e infecção que por ali há. Talvez com umas pomadas aquilo se resolvesse. Menos no caso da personagem de Tarantino. Aí entramos noutro nível de flagelo.
Para além da belíssima senhora que ilustra este post, tenho que dizer que fiquei muito satisfeito com o El Wray de Freddy Rodriguez, um belíssimo actor que anda por aí sub-aproveitado desde que Sete Palmos de Terra teve o seu gran finale. O homem é o chamado badass do principio ao fim do filme.
E pronto, é só isto que tenho a dizer. Planet Terror só é melhor que Death Proof no conceito grindhouse, porque fora isso não me convenceu por aí além. Aliás, Rodriguez leva a homenagem muito mais a sério que Tarantino, no que às distorções visuais e narrativas diz respeito. Ah, além disso, desta vez ganhámos o "fake trailer" de "Machete" (que parece ganhar vida própria), um dos que foram criados para a ocasião, mas que só devemos ver decentemente na edição em dvd. Quem quiser ver antes, procure na internet que chega lá depressa.
Agora ficamos por aqui, porque para um post que foi criado com o simples propósito de apresentar uma foto de Rose McGowan, este já vai longo. Sim, porque o final de Planet Terror pode não ter sido grande coisa, mas o início senhores, foi dos melhores que já vi.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Qua, 03 Out, 2007 às 17:32

O Lourenço Bray ("o melhor blogger") teve a simpatia de me responder. Com alguma classe. E, enquanto isso, alargou o leque de discussão. E é por isso que eu, que gosto destas coisas, vou responder.

O Lourenço reconhece que Lobo Antunes não é o maior romancista. Que o maior é Saramago, resolução com que concordo, mas, quanto a mim, não tanto à custa de "O Ano da Morte de Ricardo Reis", como dos Ensaios, por exemplo. Mas talvez essa não seja a questão: o próprio Lobo Antunes diz que não escreve romances, que escreve "a vida". Saramago esse sim, é um romancista, a tempo inteiro. Agora, o Lourenço fala-me em conceitos, romance, poesia, blogosfera (o melhor blogger é o Lourenço!) e assim já conversamos, e eu reconheço consigo que Lobo Antunes terá a mão mais profícua, em termos estilísticos, que me lembro de ler. Mas sendo honestos, também somos capazes de ver que o Lobo Antunes pouco se importa com estilos e estruturas. A Língua Portuguesa compreende muita coisa e é a ela que ele se refere, quando diz que ninguém lhe chega aos calcanhares e isso é grave. Primeiro porque "chegar aos calcanhares" é uma expressão algo desrespeitosa e, segundo, porque não é, efectivamente, verdade.

Ora: segunda parte. Note o Lourenço que eu serei tudo menos especialista em crítica literária, mas, mal ou bem (julgo que nada mal), até já fiz algumas. Esqueçamos o embuste do Sebald e "A Peste" do Camus; vamos antes ao "Cem Anos de Solidão", que, apesar de não interessar para o caso, é um dos meus livros predilectos. Então o Lourenço atribui 7/10 a um livro que, primeiro, considera "uma merda", e segundo, que não consegue acabar de ler? Convenhamos que é estranho. Sou partidário de que nem todos os clássicos têm que ser lidos avidamente, devorados, só pelo nome do seu autor, como me parece que o Lourenço concorda. Gógol e Kafka são fantásticos, mas nem tudo o que assinaram é genial como "O Nariz" ou "O Processo". O que é lógico. Pessoalmente, para, em 10, um livro levar 10, é preciso que seja um livro como Lobo Antunes pensa que os seus são. Dos que sobreviverão 500 anos. Mas, caraças, um livro que é uma merda, para mim, nunca pode ter mais de 3 valores em 10, e, se possível, que seja lido até ao fim. Haja precisão nas palavras, porque determinada coisa é uma coisa, e merda, Lourenço: merda é cocó. E o Gabriel não merece que um seu livro seja cocó e 7/10 simultaneamente.

O Peixoto. Não lhe vou dizer (mentir) que sou grande fã do Peixoto. Não sou. Acho os seus livros vagamente desinteressantes, mas mesmo não sendo apreciador, reconheço que tem qualidade. É bastante versátil e parece-me ter grande facilidade no ficcionismo. E principalmente, há gente como Vasco Graça Moura, - o maior poeta português, nas palavras de A.L.A., - e Luis Sepúlveda, entre outros, que o consideram talentoso. E assim, abre-se todo um leque de oportunidades a explorar na escrita do Zé Luis. Não sei se a Paula Moura Pinheiro gosta do "Zé Luis" mas gostará com certeza, porque é uma senhora respeitável e educada. Permite-me discordar, por último, da teoria de que "a escrita é apenas um apetrecho, um upgrade, para vencer no campo da selecção sexual". Não sei se vem surgindo aí uma nova vaga de D. Juans, que conquistam por missiva, mas parece-me que a escrita, a escrita a sério, só promove a conquistadores os que já o são. Não obviamente, como sublinhas, que "não te suscita[m] a tal inveja sexual", os Mexias desta vida.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Qua, 03 Out, 2007 às 01:59

A polémica até tem sido gira, sim senhor, mete uma das musas inspiradoras do humorismo português que é, simultaneamente, um dos principais responsáveis pelas nossas misérias, mas é "disto que o meu povo gosta....", e a gente ri um bocado, ripa na rapaqueca e tal; mas vamos lá a ser sérios. Estamos a lidar com premissas erradas. A questão aqui não é se o Santana Lopes é um jumento criado pelos media, nem sequer a hierarquização moral do futebol e da política, se um mais que outro, se outro mais que um. A questão aqui surge precisamente sob a forma de uma pergunta: Afinal, o que é notícia? E a resposta converge no sentido em que o facto do Mourinho chegar à Portela é uma não-notícia. Interesse público nulo. Nem é de futebol que se trata. É da vida do homem, deixem-no da mão, com os respectivos milhões. Eu até posso, com facilidade, considerar (não considero) que o futebol é mais importante que a política. Mas com a mesma facilidade, posso julgar a notícia pelo seu interesse público, e, se não for pedir muito, pelo seu bom senso, que ultimamente, tem andado arredado das lides jornalísticas. O Santana continua um tonto.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Ter, 02 Out, 2007 às 11:10

Confesso que vomitei um bocadito quando li isto.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Pedro Guerreiro / Ter, 02 Out, 2007 às 02:43

Apesar de ser um dos três, quatro blogues que visito mais regularmente, as analogias do Lourenço Bray relativamente a literatura decepcionam-me sempre. SEM-PRE.
Quando ele me diz aqui, sobre Lobo Antunes "Concordo 110% com ele quando diz que ninguém na língua portuguesa chega aos calcanhares dele" está a jogar um jogo de um homem com um ego brutal e que terá todas as virtudes menos humilde!
Não se trata aqui do mérito de Lobo Antunes, que é gigante, e lho reconheço - raios, prostro-me diante dele!. Atribuía-lhe o mais alto dos galardões, se fosse minha a responsabilidade. Trata-se do menosprezo que Lobo Antunes confere aos seus pares de lingua portuguesa, contemporâneos e restantes, presumo. Há-de ser Conrad - de quem diz A.L.A. ser um dos seus colegas de escrita - menos que Pessoa, que Camões, que Eça, que, porque não, Saramago? Sempre me pareceu que esta afirmação, que, recorrente, seria apenas um pretexto para mais uma farpa ao colega de profissão que vive em Lanzarote, que teve a sorte de ser galardoado com o Nobel, distinção que, mais que justa, não anularia o seu merecimento também. Lobo Antunes viu-o como uma competição. E, alguns dos seus "admiradores" também. Um erro. A academia sueca tá-se a cagar pra isso.
A referência ao jazz, pela estrutura circular da escrita de Lobo Antunes, não é mal lançada, reconheço.
Logo a seguir estraga-me o post, ao "insultar o Jacinto Lucas Pires e o José Luis Peixoto. Se posso reconhecer que o Lucas Pires jr. não é dos escritores mais talentosos que já se conheceram, custa-me a crer que um aspirante a escritor com qualidade, não a reconheça em José Luis Peixoto, que sendo talentoso, é um escriba bastante versátil, que se aventura e bem, na prosa, poesia, teatro, e que recentemente, até já escreve canções. Porque L.B. é das minhas leituras frequentes, e porque lhe reconheço inteligência e bom senso, afasto a hipótese de inveja do reconhecimento, que, relativamente aos últimos dois autores, explicaria alguma coisa.
Não é que aprecie o estilo de José Luis Peixoto. Digo e direi que escreve pra gajas. Mas não merece desdém literário por isso. O desdém literário é o mais f*d*d*, porque tem implicações não só na escrita, como em toda a vida de um gajo. E não vamos estragar a vida ao moço, Lourenço.



0 seres zurraram ALTO!  Zurrar!Pelo génio de Bruno Nunes / Seg, 01 Out, 2007 às 21:12

Até prova em contrário é impossível viajar no tempo, certo? Fisicamente, digo.
H.G. Wells bem tentou mostrar ao mundo como se poderiam efectuar tais passes de magia, embora limitado ao reino da imaginação humana. É verdade que qualquer um de nós tem essa capacidade, de viajar a qualquer altura para qualquer lugar.
Fomos também ensinados pela ficção científica de que qualquer interferência naquele espaço temporal para o qual viajámos iria ter repercussões, alternado o curso natural da história, certo? Quero acreditar que sim, se é que o Michael J. Fox me ensinou alguma coisa.
Posto tudo isto, parece-me correcto afirmar que o passado está lá atrás, e é lá atrás que deve permanecer. Opinião pessoal, como sempre, apenas para poder assentar em verdade os raciocínios que se seguem.
Neste último 25 de Setembro, muitos rumaram ao Estádio Nacional para ver Andy Summers, Stewart Copeland e Sting, na passagem por Portugal da tournée de reunião destes rapazes, mais ou menos 20 anos depois da desagregação dos Police. Dizem os relatos que a separação em 86 foi motivada por invejas mútuas e pela muito pouca amizade que restava entre os três artistas.Os regressos de bandas fulcrais da história da música estão na moda, ao que parece. Para além dos Police, também The Who (passaram por Portugal), Van Halen, Sex Pistols, Led Zeppelin e Pink Floyd (embora sem o sr. Waters) andam por aí, isto sem mencionar os pré-jurássicos Rolling Stones.
Embora a reunião de Led Zeppelin seja apenas para um concerto em homenagem a Ahmet Ertegun, a realidade é que todas as outras reuniões não passam de máquinas de fazer dinheiro, o que, dado o exemplo dos Stones, parece não ter deixado ninguém indiferente.
Sedentos por mais umas coroas, a malta lá fez o obséquio de se levantar da área de geriatria para dar aos fãs aquilo que eles querem. Afinal, quem é que não gostaria de ver ao vivo pelo menos uma vez na vida qualquer uma das bandas mencionadas?
Todos donos de um enorme talento para a música, tirando talvez Sid Vicious (esse ao que parece já não arranha grande coisa), como é possível que se andem a arrastar nos palcos desse mundo para tocar "playlists modo best of", quando dificilmente possuem todas as capacidades que os tornaram deuses da música ou "Golden Gods", no caso de alguns.
Justificar-se-ão estas reuniões? É verdade que o povo gosta, como provam as arenas e recintos esgotados, mas foi para isso que se conceberam os álbuns Best Of, que tantas cópias vendem por esse mundo.
Eu quero ouvir ao vivo e a cores o Robert Plant e o Jimmy Page de  Led Zeppelin IV, quero ouvir o Pete Townshend, o Roger Daltrey e a bateria demolidora de Keith Moon em Who's Next, quero ouvir o Johnny Rotten que urrava a anarquia como se o amanhã não existisse, mas todos sabemos que isso não é possível, apesar de muitos nos quererem tentar convencer que sim.
Como diria Billy Walsh, fuck you suits! No dia mundial da música, nós aqui no zurras queremos a verdadeira música, aquela que não sai de linhas de montagem.


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